Desabrigado
Um ano sem
mar,
de sobra de
saudade,
de mudança,
do jeito de
quase sufocar
e de sentir
apenas pela
metade...
Um ano de
apreensão,
de
pensamento detido,
de mais medo…
do sim que do não,de sentido temor da indiferença,
em vez da palavra dita com convicção.
O ano de
todas as mortes
sem que
mortalhas algumas te tenham trajado.
Os dias dos
limites mais torpes,
onde as
forças se acanharam
e a razão
prevaleceu aquém do arriscado.
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